Registo de algumas análises, farpas e aforismos no Facebook de José Adelino Maltez

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Dez 11

Aí dos estadões que assentam em constipações maltratadas. E das antimonarquias que fazem com que o neto suceda ao avô, na montra. Porque o mecanismo totalitário é o de um complexo militar-industrial, alimentado a fome e a escravatura, para gáudio da montra de chefia. Morreu um pedaço do mecanismo de guerra que ainda envergonha a humanidade. Aí dos que ainda têm a complacência cobarde da invocada ideologia.

 

Um outro olhar da Porta da Loja. Também o meu agradecimento. Até ao sismógrafo dos comentários ao postal.

 

Passos disse em voz alta o que todos os anteriores Pedros consideraram um alívio. Como no século XIX, os governantes do tempo da fome de terra. Como Salazar com a valse de carton. Até poderia dourar a pílula, falando no novo império sombra como clímax da integração europeia, para recuperarmos a grandeza perdida pela demografia, a dívida e as medidas da troika, isto é, do PS, do PSD e do CDS. Por outras palavras, é urgente fundarmos o Partido da Partida. Para procurarmos Portugal fora de Portugal. Aqui, voltámos a ser Ilusitânia ...

 

Às vezes, ofendemos pessoas queridas porque não respondemos a todas as mensagens que recebemos nas caixas. Como estou a tentar esvaziar as da categoria de não-lidas ainda me faltam algumas. Peço perdão a quem possa ter ofendido pela a falta de acção adequada. Apenas deficiência minha, mas tentarei cumprir o meu dever.

 

Dominique não deve ter lido Saramago.

publicado por José Adelino Maltez às 20:33

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Biografia
Bem mais de meio século de vida; quarenta e dois anos de universidade pública portuguesa; outros tantos de escrita pública no combate de ideias; professor há mais de trinta e cinco e tal; expulso da universidade como estudante; processado como catedrático pelo exercício da palavra em jornais e blogues. Ainda espera que neste reino por cumprir se restaure a república
Invocação
Como dizia mestre Herculano, ao definir o essencial de um liberal: "Há uma cousa em que supponho que ate os meus mais entranhaveis inimigos me fazem justiça; e é que não costumo calar nem attenuar as proprias opiniões onde e quando, por dever moral ou juridico, tenho de manifestá-las"......
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