Registo de algumas análises, farpas e aforismos no Facebook de José Adelino Maltez

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30 de Março de 2011

Há muitos, aqui e agora, que só dão prognósticos de política doméstica depois do apito final, para ficarem sempre com o vencedor, porque, para eles, com tanto realismo, só tem razão quem vence, mesmo sem força da razão. Bastou-lhes sempre a razão da força!

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José Adelino Maltez

30 de Março de 2011

O meu amigo João Soares, em momentos de crise, vira monárquico... É só invocações da D. Luiza de Gusmão, a mãe da dinastia de Bragança, e do meu querido Duque de Coimbra, o infante D. Pedro. Gosto muito desta ética republicana...

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José Adelino Maltez

30 de Março de 2011

O João Soares está a dizer que o José Sócrates, depois das últimas legislativas fez um apelo a todos os partidos para um governo de unidade nacional.... Ah! Ah! Ah! Fazerjeitos destes com tanta autenticidade, quase parece a invocação da salvação pública feita por Almeida Santos com o governo de 51 dias de Cunha Leal (ah! ah!) e o de Afonso Costa da dita União Sagrada, que nem Camacho congregou (ah! ah!)

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José Adelino Maltez

30 de Março de 2011

Confesso que não aprecio as operações concertadas dos especuladores nos mercados. Incluindo os que apenas especulam nos mercados políticos, incluindo no interno, pelo exagero da propaganda negativa. Dantes era a "cassette" do PCP, agora é o "agenda setting" dos náufragos do situacionismo. Todos os dias um porta-voz malhando no seu principal rival. O que é demais, abusa.

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30 de Março de 2011

Para o colunista acossado, apenas uma lembrança: Portugal é o único Estado da Europa que já teve a capital na América do Sul. Infelizmente, tivemos de pagar a viagem da Corte a Londres. Com muitos juros. Mas valeu a pena.

Colunista do FT explica proposta de anexação de Portugal pelo Brasil - Notícia Sapo - SAPO Notícias

noticias.sapo.pt

Depois das reacções irritadas recebidas pelo jornal, um colunista do Financial Times defendeu as razões que o levaram a propor a 'anexação' de Portugal pelo Brasil como solução para os problemas de dívida de Portugal."Era um texto muito curto. Pretendia ser um pouco humorístico. Era uma sugestão pou

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José Adelino Maltez

30 de Março de 2011

El-rei D. Dinis não foi apenas cantar de amigo e semeador. Foi o estratega do sonho. E com ele rima Leiria.

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José Adelino Maltez

30 de Março de 2011

Leiria, aqui ao lado, ou a mais portuguesa das grandes cidades. Por causa de quem a fundou e manteve. O rei Afonso e o convento de Santa Cruz. E depois veio Aljubarrota. Quando fomos além dos portucalenses e passámos a portugueses, com os coimbrinhas como tropa de fronteira.

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30 de Março de 2011

Sete por cento, nove por cento. Palavras de políticos, leva-as o vento dos telejornais. Contas, paga-as o povo. Políticos, reaprendam a pilotar o futuro! Será assim tão impossível chegarem a acordo no desacordo. O Estados não é o ele que o poder que procuram tem a ilusão de comandar. O Estado somos nós. E o poder não é uma coisa, é uma relação!

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José Adelino Maltez

30 de Março de 2011

Tenho muito orgulho que a minha universidade, a mãe de todas as universidades da pátria da língua portuguesa, tenha homenageado um dos seus mais ilustres filhos. Coimbra sempre foi a capital dos verdadeiros Estados Unidos da Saudade. Um abraço a Lula da Silva um excelente paradigma dos muitos zés povinhos das nossas muitas pátrias. Coimbra hoje não foi lusa apenas, voltou a ser Atenas.

publicado por José Adelino Maltez às 21:51

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Biografia
Bem mais de meio século de vida; quarenta e dois anos de universidade pública portuguesa; outros tantos de escrita pública no combate de ideias; professor há mais de trinta e cinco e tal; expulso da universidade como estudante; processado como catedrático pelo exercício da palavra em jornais e blogues. Ainda espera que neste reino por cumprir se restaure a república
Invocação
Como dizia mestre Herculano, ao definir o essencial de um liberal: "Há uma cousa em que supponho que ate os meus mais entranhaveis inimigos me fazem justiça; e é que não costumo calar nem attenuar as proprias opiniões onde e quando, por dever moral ou juridico, tenho de manifestá-las"......
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