Registo de algumas análises, farpas e aforismos no Facebook de José Adelino Maltez

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Nov 11

Primeiro, foram as falsificações estatísticas que nos deram o euro, as que nos lançaram no salto em frente, onde quem sabia, devia ou podia saber, dolosamente ocultou. Depois, foram os sucessivos adiamentos, à procura de um impossível federalismo sem dor. Agora, o perigo das cedências ao populismo, à xenofobia e até a um já não disfarçado racismo sociológico, face aos sulistas da mandriagem e de um lugar ao sol.

 

A Europa em poder-ser continua a viver do equilíbrio entre o meio-dia e a meia-noite. Entre o velho mar interior que nos faz aceder a África e à Ásia. E a aurora boreal dos gelos eternos. Não passamos de uma quase península que é praia de partida para todo o mundo.

publicado por José Adelino Maltez às 20:13

Novembro 2011
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Biografia
Bem mais de meio século de vida; quarenta e dois anos de universidade pública portuguesa; outros tantos de escrita pública no combate de ideias; professor há mais de trinta e cinco e tal; expulso da universidade como estudante; processado como catedrático pelo exercício da palavra em jornais e blogues. Ainda espera que neste reino por cumprir se restaure a república
Invocação
Como dizia mestre Herculano, ao definir o essencial de um liberal: "Há uma cousa em que supponho que ate os meus mais entranhaveis inimigos me fazem justiça; e é que não costumo calar nem attenuar as proprias opiniões onde e quando, por dever moral ou juridico, tenho de manifestá-las"......
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